Author name: Pastoral de Comunicação

Liturgia, Missas, Você Sabia?

Por que respondemos “Amém” antes de receber a Sagrada Comunhão?

Amém! É uma palavra curtinha, com apenas quatro letras. No entanto, ela expressa uma das mais profundas profissões de fé de toda a Santa Missa.

Quando o ministro apresenta a hóstia consagrada e diz: “O Corpo de Cristo”, a resposta do fiel é simples: “Amém.”

Mas esse “Amém” está longe de ser uma resposta automática. Ele é uma declaração de fé.

Liturgia, Missas, Você Sabia?

Por que o sacerdote lava as mãos durante a Missa?

Durante a preparação das oferendas, depois de apresentar o pão e o vinho, o sacerdote dirige-se discretamente a um dos lados do altar. Um ministro derrama um pouco de água sobre suas mãos e, em silêncio, ele as lava.

Na liturgia, o lavabo — nome dado a esse rito — é um sinal de purificação interior e de preparação espiritual para o momento mais sagrado da celebração.

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Por que fazemos três pequenas cruzes antes do Evangelho?

É um gesto que dura apenas alguns segundos, mas carrega um profundo significado. Antes da proclamação do Evangelho, o sacerdote ou diácono traça uma pequena cruz sobre o livro dos Evangelhos. Logo depois, todos os fiéis fazem três pequenas cruzes: uma sobre a testa, outra sobre os lábios e uma terceira sobre o peito. Por que a Igreja nos convida a fazer esse gesto? Um gesto de preparação O Evangelho é o ponto culminante da Liturgia da Palavra. Nele, escutamos as palavras e contemplamos os gestos de Jesus Cristo, nosso Senhor. As três pequenas cruzes são uma forma de preparar todo o nosso ser para acolher essa Palavra. Elas expressam uma oração silenciosa que fazemos antes mesmo de o Evangelho ser proclamado. Embora a Igreja não apresente uma fórmula oficial para esse gesto, a tradição cristã lhe atribui um belo significado. Na testa Ao traçar a cruz sobre a testa, pedimos que a Palavra de Deus ilumine nossa inteligência. Rezamos para compreender o que será proclamado e para que nossos pensamentos sejam guiados pela sabedoria do Evangelho. Não basta ouvir; é preciso entender, refletir e deixar que a Palavra transforme nossa maneira de pensar. Nos lábios A segunda cruz é feita sobre os lábios. Ela expressa o desejo de anunciar Cristo por meio das nossas palavras. Quem acolhe o Evangelho é chamado também a proclamá-lo, seja falando de Jesus, seja oferecendo palavras de esperança, consolo e verdade. É um pedido para que nossa boca nunca contradiga aquilo que professamos na fé. No coração A terceira cruz é feita sobre o peito, sobre o coração. Ela representa o lugar onde a Palavra deve criar raízes. O Evangelho não foi dado apenas para ser estudado ou admirado, mas para transformar nossa vida. Ao fazer essa pequena cruz, pedimos que Cristo habite em nosso coração e nos ajude a viver aquilo que ouviremos. Um gesto que une pensamento, palavra e vida As três cruzes recordam que o seguimento de Jesus envolve toda a pessoa. Pensar segundo o Evangelho. Falar segundo o Evangelho. Viver segundo o Evangelho. Quando esses três aspectos caminham juntos, nossa fé torna-se coerente e nosso testemunho ganha força. Uma tradição muito antiga Esse gesto acompanha a liturgia há muitos séculos. Ao longo da história, foi sendo incorporado pela Igreja como uma forma simples e bela de expressar reverência à Palavra de Deus. Embora discreto, ele revela uma grande verdade: o Evangelho merece ser acolhido com todo o nosso ser. Mais do que um costume Às vezes repetimos esse gesto automaticamente, sem pensar no seu significado. Na próxima Missa, experimente fazê-lo de maneira mais consciente. Enquanto traça cada pequena cruz, apresente ao Senhor um pedido: “Ilumina minha mente para compreender tua Palavra.” “Santifica meus lábios para anunciar teu Evangelho.” “Abre meu coração para viver aquilo que vou ouvir.” Talvez você descubra que um gesto tão simples pode transformar a maneira como escuta o Evangelho e participa da Santa Missa. Porque a Palavra de Deus não foi escrita apenas para ser lida. Ela foi proclamada para ser acolhida, vivida e anunciada por todos aqueles que desejam seguir Jesus Cristo.

Eventos, Notícias

Feijoada da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes será no dia 23 de agosto

A Paróquia Nossa Senhora de Lourdes convida toda a comunidade para participar de mais uma deliciosa Feijoada, que será realizada no próximo dia 23 de agosto (domingo), em parceria com a equipe do Portuga Restaurante. Tradicional e preparada com todo o cuidado, a feijoada é uma excelente oportunidade para reunir a família, encontrar amigos e colaborar com as atividades da paróquia. A porção custa R$ 80,00 e serve duas pessoas. Os convites já estão à venda de forma antecipada e podem ser reservados pelo WhatsApp (11) 94777-1879. No dia do evento, você poderá escolher entre consumir a feijoada no salão paroquial ou retirá-la para levar para casa. O atendimento será das 11h30 às 14h30. As porções estarão sujeitas à disponibilidade. Bebidas e sobremesas serão vendidas separadamente. Informações Convide seus familiares e amigos e participe deste momento de convivência e solidariedade. Além de saborear uma excelente feijoada, você estará contribuindo com as atividades e a missão da nossa comunidade paroquial. Esperamos por você!

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Por que ficamos de pé para ouvir o Evangelho?

Em todas as Missas, há um momento em que a assembleia se levanta espontaneamente. Depois da segunda leitura, o canto do Aleluia anuncia que o Evangelho será proclamado e todos permanecem de pé até o seu término. Mas por que fazemos isso? A resposta está na própria tradição da Igreja. Levantar-se é um gesto de respeito, atenção e disponibilidade. É a atitude de quem acolhe uma presença importante. Na liturgia, permanecer de pé durante o Evangelho significa reconhecer que é o próprio Cristo quem fala ao seu povo. Cristo continua falando à sua Igreja Embora seja proclamado por um diácono ou sacerdote, o Evangelho não é apenas a leitura de um texto antigo. A Igreja ensina que, quando as Sagradas Escrituras são proclamadas na liturgia, é o próprio Senhor quem fala à assembleia. Por isso, o Evangelho ocupa um lugar único na Liturgia da Palavra. As demais leituras nos preparam para esse momento, revelando a história da salvação e anunciando a vinda de Cristo. No Evangelho, porém, ouvimos suas palavras, contemplamos seus gestos e somos convidados a segui-lo. Um gesto que vem dos primeiros cristãos Desde os primeiros séculos, os cristãos permanecem de pé durante a proclamação do Evangelho. Na tradição bíblica, essa postura expressa vigilância, prontidão e respeito. É a posição de quem está preparado para ouvir e colocar em prática aquilo que Deus lhe pede. Não se trata apenas de uma mudança de postura, mas de uma atitude interior: levantamo-nos porque desejamos acolher Cristo com o coração aberto. O Aleluia prepara nosso coração Antes do Evangelho, a Igreja canta o Aleluia, palavra de origem hebraica que significa “Louvai o Senhor”. Mais do que um canto de transição, essa aclamação prepara espiritualmente a assembleia para escutar a Boa-Nova. Durante a Quaresma, o Aleluia é substituído por outra aclamação, preservando o caráter penitencial desse tempo litúrgico. Enquanto o canto acontece, o sacerdote ou diácono prepara-se para proclamar o Evangelho, pedindo a Deus a graça de anunciar dignamente sua Palavra. O sinal da cruz na testa, na boca e no peito Logo antes da leitura, fazemos três pequenas cruzes: na testa, nos lábios e no peito. Esse gesto é uma oração silenciosa e muito bonita. Pedimos que a Palavra de Deus ilumine nossos pensamentos, inspire nossas palavras e transforme nosso coração. Em outras palavras, desejamos compreender o Evangelho, anunciá-lo com a vida e guardá-lo no íntimo da nossa existência. Escutar para viver Ao final da proclamação, respondemos: “Glória a vós, Senhor”, antes da leitura, e “Glória a vós, Senhor”? Não. Após o Evangelho, respondemos: “Glória a vós, Senhor”? Também não. A resposta correta é: “Glória a vós, Senhor” antes da leitura e, ao final, “Glória a vós, Senhor”? Na verdade, a aclamação final da assembleia é: “Glória a vós, Senhor” antes do Evangelho (enquanto se faz o sinal da cruz) e “Glória a vós, Senhor”? Não. Depois da proclamação, o diácono ou sacerdote diz: “Palavra da Salvação”, e a assembleia responde: “Glória a vós, Senhor.” Essa resposta não é apenas uma fórmula litúrgica. É uma profissão de fé. Agradecemos porque reconhecemos que Deus continua falando conosco hoje, orientando nossos passos e fortalecendo nossa esperança. Um convite para a próxima Missa Na próxima vez que o Aleluia começar, lembre-se de que levantar-se não é apenas cumprir uma rubrica da celebração. É um gesto de quem deseja acolher Cristo vivo, presente na sua Palavra. Permanecer de pé é dizer, com todo o nosso ser: “Senhor, estou aqui. Quero ouvir a tua voz e deixar que ela transforme a minha vida.” Assim, um gesto simples torna-se uma bela profissão de fé e recorda que a Palavra proclamada na liturgia não pertence ao passado. Ela continua viva, atual e eficaz, conduzindo a Igreja em todos os tempos.

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Por que o padre beija o altar no início e no fim da Missa?

Quem participa da Santa Missa certamente já observou esse gesto: ao chegar ao presbitério, o sacerdote faz uma reverência ao altar e, em seguida, o beija. No encerramento da celebração, antes de deixar o altar, ele repete o mesmo gesto. Mas por que isso acontece? Longe de ser um costume ou um gesto de devoção pessoal do celebrante, o beijo no altar faz parte da liturgia da Igreja e possui um significado profundo. O altar representa o próprio Cristo Desde os primeiros séculos do Cristianismo, o altar ocupa o lugar central da igreja. É nele que se celebra o Sacrifício Eucarístico e dele os fiéis recebem o Pão da Vida. Por isso, a Igreja ensina que o altar é sinal do próprio Cristo. Não é apenas uma mesa onde se colocam objetos litúrgicos, mas o lugar onde Cristo continua a oferecer-se ao Pai e a alimentar seu povo com seu Corpo e seu Sangue. Quando o sacerdote beija o altar, não está prestando homenagem a uma peça de pedra ou madeira, mas manifestando amor e veneração a Cristo, que é o verdadeiro centro da celebração. Um gesto que vem da tradição da Igreja O beijo sempre foi um sinal de respeito, afeto e veneração. Na liturgia, ele expressa o amor da Igreja por Cristo. Em muitas igrejas, especialmente as mais antigas, o altar também guarda em seu interior as relíquias de santos. Essa tradição recorda que os mártires e todos os santos uniram suas vidas ao sacrifício de Cristo e hoje participam de sua glória. Assim, ao beijar o altar, o sacerdote também recorda a comunhão entre a Igreja peregrina na terra e a Igreja gloriosa no Céu. Antes de qualquer outra coisa Repare em um detalhe interessante: ao chegar ao presbitério, o sacerdote não vai primeiro à cadeira da presidência nem ao ambão. Seu primeiro gesto é dirigir-se ao altar. Esse detalhe revela algo muito importante: toda a Missa gira em torno de Cristo. O altar não é um simples móvel da igreja, mas o coração da celebração e o ponto para onde convergem todos os olhares. Um gesto que convida toda a assembleia Embora apenas o sacerdote e o diácono beijem o altar durante a celebração, esse gesto fala a toda a comunidade. Cada fiel é convidado a olhar para o altar com profundo respeito, reconhecendo que ali acontecerá o maior dos mistérios: pela ação do Espírito Santo, o pão e o vinho tornar-se-ão o Corpo e o Sangue de Cristo. Por isso, o altar deve ser tratado com dignidade. Não é um apoio para objetos pessoais nem um espaço de circulação comum. Sua nobreza não está no material de que é feito, mas no mistério que nele se celebra. Um beijo que anuncia toda a Missa Talvez, na próxima vez que você participar da Eucaristia, esse gesto tenha um significado novo. O beijo do sacerdote no altar é como uma profissão silenciosa de amor a Cristo. Antes mesmo das primeiras palavras da celebração, a Igreja proclama, por meio desse gesto, quem é o verdadeiro protagonista da Missa. E, ao final da celebração, o sacerdote volta a beijar o altar, encerrando a liturgia da mesma forma como a iniciou: reconhecendo que tudo começou em Cristo, tudo aconteceu por Cristo e tudo nos conduz novamente a Cristo. Assim, um gesto simples, que dura apenas alguns segundos, revela uma das mais belas verdades da nossa fé: no centro da Santa Missa está sempre Jesus Cristo, que continua reunindo seu povo e oferecendo-se por amor à humanidade.

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Tempo Comum: quando Deus santifica o nosso cotidiano

  Ao olharmos para o calendário litúrgico da Igreja, é comum encontrarmos a expressão Tempo Comum. Para muitas pessoas, esse nome pode dar a impressão de que se trata de um período sem grandes acontecimentos ou de menor importância. No entanto, acontece justamente o contrário: o Tempo Comum é o período mais longo do Ano Litúrgico e representa um precioso convite para viver a fé nas pequenas e grandes experiências do dia a dia. Depois de celebrarmos o mistério da Páscoa, coroado pela Solenidade de Pentecostes, a Igreja retoma o Tempo Comum. É o tempo em que acompanhamos, passo a passo, a missão pública de Jesus: seus ensinamentos, seus milagres, seus encontros com as pessoas, suas parábolas e o constante chamado à conversão. Esse caminho nos acompanhará por vários meses, até o início do Advento, quando começaremos um novo Ano Litúrgico. O Ano Litúrgico é organizado para que, ao longo dos meses, possamos contemplar todo o mistério da salvação. Vivemos a espera do Salvador durante o Advento; celebramos seu nascimento no Natal; percorremos o caminho da conversão na Quaresma; renovamos nossa esperança na Páscoa; e acolhemos a força do Espírito Santo em Pentecostes. O Tempo Comum, por sua vez, nos convida a colocar tudo isso em prática, tornando o Evangelho presente na vida cotidiana. É importante lembrar que o Tempo Comum não é um “tempo vazio”. Ao contrário, ele é o tempo da maturidade da fé. Se as grandes solenidades celebram momentos marcantes da vida de Cristo, o Tempo Comum nos ajuda a compreender como esses mistérios transformam nossa maneira de viver todos os dias. Durante esse período, a liturgia apresenta uma leitura quase contínua dos Evangelhos. A cada domingo, somos convidados a acompanhar Jesus em sua missão, ouvindo seus ensinamentos, observando seus gestos de misericórdia e aprendendo, pouco a pouco, o que significa ser discípulo. É um verdadeiro itinerário de formação cristã. A cor litúrgica que identifica esse tempo é o verde, símbolo da esperança e do crescimento. Não é por acaso. Assim como uma planta precisa de tempo, cuidado e perseverança para dar frutos, também nossa vida espiritual amadurece aos poucos. A participação na Santa Missa, a escuta da Palavra de Deus, a oração diária, a vivência dos sacramentos e o compromisso com a caridade são os meios pelos quais o Senhor faz crescer nossa fé. O Tempo Comum também nos ensina algo muito precioso: Deus não se manifesta apenas nos grandes acontecimentos. Ele está presente no cotidiano da família, no ambiente de trabalho, na escola, no serviço prestado à comunidade, nas alegrias e também nas dificuldades. Cada dia pode se tornar uma oportunidade de encontro com Cristo. São Paulo nos recorda que tudo deve ser feito para a glória de Deus (cf. 1Cor 10,31). Essa é uma das grandes mensagens do Tempo Comum: aprender a santificar a vida comum. A santidade não é reservada a momentos extraordinários, mas nasce da fidelidade nas pequenas atitudes, da paciência, do perdão, da generosidade, da honestidade e do amor vivido em cada circunstância. Mesmo sendo chamado de “comum”, esse tempo é enriquecido por diversas celebrações importantes. Ao longo dos próximos meses, a Igreja continuará celebrando festas e memórias dos santos, homens e mulheres que souberam viver o Evangelho em diferentes épocas e realidades. Eles nos mostram que a santidade é um caminho possível para todos. Outra característica importante é que cada domingo do Tempo Comum continua sendo o Dia do Senhor. A Igreja nunca deixa de celebrar a Ressurreição de Cristo. Por isso, participar da Eucaristia dominical permanece sendo o centro da vida cristã. É na mesa da Palavra e do Pão que encontramos a força necessária para enfrentar os desafios da semana e testemunhar nossa fé no mundo. Vivemos agora esse longo tempo de caminhada com Cristo. Até o início do Advento, seremos convidados a aprofundar nossa amizade com o Senhor por meio da liturgia, permitindo que sua Palavra transforme nossos pensamentos, nossas escolhas e nossas atitudes. Que cada celebração deste Tempo Comum nos ajude a reconhecer a presença de Deus em nossa rotina. Que aprendamos a enxergar o extraordinário escondido no ordinário da vida. E que, fortalecidos pela Eucaristia e pela Palavra, possamos crescer na fé, na esperança e na caridade, tornando-nos testemunhas do Evangelho onde quer que estejamos. Porque, para quem caminha com Cristo, não existem dias “comuns”: todos os dias são tempo de graça, oportunidade de conversão e ocasião para experimentar o amor de Deus.

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Festas Juninas: uma tradição de fé que une gerações

As festas juninas ocupam um lugar especial no coração dos brasileiros. Marcadas pela alegria, pela convivência comunitária, pelas comidas típicas e pelas expressões da cultura popular, elas também possuem profundas raízes na tradição cristã. Em sua essência, as festas juninas são uma celebração da fé, da gratidão a Deus e do testemunho de três grandes santos venerados pela Igreja: Santo Antônio, São João Batista e São Pedro.

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Maria, Mãe da Igreja: memória litúrgica destaca a presença materna da Virgem na vida dos cristãos

Celebrada na segunda-feira após Pentecostes, a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, convida os fiéis a contemplarem a missão singular confiada por Cristo à sua Mãe: acompanhar, proteger e conduzir o povo de Deus ao encontro do Evangelho. A celebração, incorporada oficialmente ao calendário litúrgico universal em 2018 pelo Papa Francisco, reforça uma devoção profundamente enraizada na tradição da Igreja.

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