Notas

Jornal O São Paulo, Notícias

Pai nosso que estais “no céu” ou “nos céus”?

Aí você está rezando e percebe que alguém a seu lado rezou “Pai Nosso que estais nos céus…”. Mas você sempre rezou “estais no céu”. E ai? Qual é o correto? Uma publicação recente no Jornal O São Paulo, assinada pelo Cônego Ciro Pereira, esclarece que a resposta correta é “nos céus” na primeira parte da oração, pois se refere à transcendência de Deus, enquanto “no céu” na segunda parte indica o local onde a vontade divina é plenamente realizada.  Entender a distinção ajuda a aprofundar a compreensão da oração, reconhecendo a grandeza de Deus e pedindo que Sua vontade se cumpra na Terra. Leia o artigo completo clicando aqui. 

Sacramentos

Por que batizar as crianças?

É no primeiro domingo do Tempo Comum que a liturgia marca o início da vida pública de Jesus, revelando sua missão salvadora e identidade divina. Jesus se aproxima de João Batista junto aos pecadores que buscavam a conversão. O protesto de João, “Eu é que preciso ser batizado por ti!”, confirma que Jesus não tinha pecado algum. A resposta de Jesus resume sua missão, que é realizar plenamente a vontade de Deus: “Devemos cumprir toda a justiça”. Na Sagrada Escritura, “justiça” significa viver em conformidade com o projeto divino. Assim se cumpria a profecia de Isaías: “(Ele) proclamará fielmente a justiça!”. Ao se colocar entre os últimos, Jesus manifesta a lógica do Reino, onde os pequenos, excluídos e marginalizados são os preferidos de Deus. De fato, Ele andou por toda parte fazendo o bem e curando os males, conforme narrado nos Atos dos Apóstolos. No momento do batismo, a manifestação do Espírito Santo e a voz do Pai, “Este é o meu Filho amado”, confirmam Jesus como o Messias esperado, único mediador entre o céu e a terra. O relacionamento entre Deus e a humanidade é restabelecido agora não por sistemas religiosos, mas pela própria pessoa de Jesus. O significado do nosso batismo se revela neste ato: deixar o pecado para trás e começar uma nova vida em Cristo. Para as famílias cristãs, o batismo é um momento de profunda alegria e significado. É o início da caminhada espiritual da criança, um compromisso assumido por pais, padrinhos e comunidade. Batizar crianças é uma tradição que remonta aos primeiros tempos da Igreja. A criança é batizada na fé da Igreja, e essa fé será cultivada ao longo da vida por meio da catequese e do testemunho. O batismo infantil não compromete a liberdade da criança, visto que ela depende dos responsáveis para seu desenvolvimento integral, inclusive no âmbito religioso. Dessa forma, torna-se fundamental o acompanhamento espiritual contínuo, permitindo que a graça adquirida no batismo possa se desenvolver plenamente. Ser batizado, em qualquer fase da vida, significa participar da vida, morte e ressurreição de Cristo, recebendo um sinal espiritual permanente de pertencimento a Deus. Ao ser crismado, o cristão confirma sua liberdade religiosa, assumindo conscientemente a missão de Jesus e contribuindo para anunciar o Evangelho ao mundo como membro efetivo da Igreja. Como disse o Papa Leão: “uma Igreja que não coloca limites ao amor, que não vê inimigos, mas apenas pessoas para amar, é exatamente a Igreja de que o mundo precisa” (Dilexi Te). Que a celebração do Batismo do Senhor nos inspire a renovar nosso compromisso com Deus. Que possamos ouvir sua voz com sensibilidade ao Espírito Santo, presente nas situações do dia a dia. E que, como filhos e filhas amados, vivamos com alegria o amor e a fraternidade que brotam do coração do Pai.  Adaptado do texto assinado pelo Pe. Jorge Bernardes, Vigário Episcopal Região Ipiranga e publicado no Folheto Povo de Deus de 11/01/26.

Notícias, Vatican News

Papa pede a cardeais esforço para que a Igreja não olhe só para si

O papa Leão 14 se reuniu nesta quinta-feira (8) com os cardeais católicos do mundo todo como parte de uma cúpula de dois dias, instando os clérigos a evitarem divisões na igreja de 1,4 bilhão de membros e a focarem formas de atrair novos fiéis. O sumo pontífice também sinalizou o desejo de seguir em frente com as reformas do falecido papa Francisco, por uma igreja mais inclusiva, acolhendo católicos homossexuais e discutindo a ordenação de mulheres. A “razão de ser” da Igreja “não é para os cardeais, nem para os bispos, nem para o clero”, afirmou o Papa, mas sim “anunciar o Evangelho”. Neste sentido, Leão XIV expressou sua gratidão pela escolha de dois temas: Sínodo e Sinodalidade, “como expressão da busca de como ser uma Igreja missionária no mundo de hoje”, e Evangelii Gaudium, “anunciar o querigma, o Evangelho com Cristo no centro. O Consistório é uma das muitas expressões pelas quais podemos realmente viver uma experiência da novidade da Igreja. O Espírito Santo está vivo e presente também entre nós. Como é belo estarmos juntos no barco!” Esta é a nossa missão.” “As outras questões não devem ser esquecidas. Há questões muito concretas e específicas que ainda precisamos abordar”, assegurou o Papa Leão XIV, expressando a sua esperança de que cada um dos cardeais “se sinta verdadeiramente à vontade” para se comunicar com ele ou com outros neste “processo de diálogo e discernimento”. Em suas considerações finais, o Papa voltou a fazer referência a algumas passagens de sua homilia do dia anterior, durante a Missa da Solenidade da Epifania na Basílica de São Pedro, após o fechamento da Porta Santa. Em particular, reiterou a pergunta: “Perguntemo-nos: há vida em nossa Igreja?” “Estou convencido de que sim, certamente”, assegurou o Bispo de Roma. “Nestes meses, mesmo que eu não os tivesse vivido antes, certamente tive muitas experiências belíssimas da vida da Igreja. Mas a pergunta permanece: há vida em nossa Igreja? Há espaço para o que nasce? Amamos e proclamamos um Deus que nos coloca em um novo caminho?” Fonte: Com informações do Vatican News e da Folha de S. Paulo

Eventos, Missas, Notícias, Vatican News

Papa Leão XIV fecha Porta Santa e encerra Jubileu 2025

Foi fechada, nesta terça-feira (06) a Porta Santa, encerrando, assim, o Jubileu 2025. Evento excepcional por natureza, por acontecer a cada 25 anos, este Jubileu foi ainda mais incomum devido à troca de papas. Aberto por Francisco em dezembro de 2024, o Ano Santo foi encerrado na Basílica de São Pedro por Leão 14. “A Porta Santa desta Basílica que, por último, hoje foi fechada, recebeu o fluxo de inúmeros homens e mulheres, peregrinos de esperança, a caminho da Cidade cujas portas estão sempre abertas, a nova Jerusalém. Quem foram eles e o que os motivava? No final do Ano Jubilar, questiona-nos com particular seriedade a busca espiritual dos nossos contemporâneos, muito mais rica do que talvez possamos compreender. Milhões deles atravessaram a soleira da Igreja. E o que encontraram? Que corações, que atenção, que acolhimento?” Celebrado desde 1300, o jubileu tinha sido aberto e fechado por papas diferentes pela última vez em 1700, após a morte de Inocêncio 12. “Queridos irmãos e irmãs, é bom sermos peregrinos de esperança. E é bom continuar a sê-lo, juntos!”: foram palavras do Santo Padre na solenidade da Epifania do Senhor,nesta terça-feira. O jubileu de 2025 foi um evento bem-sucedido do ponto de vista da participação e da organização. Segundo o Vaticano, foram 33,4 milhões de pelegrinos que passaram por Roma ao longo do ano, 8 milhões a mais do que no anterior, em 2000, com João Paulo 2o. O Brasil aparece em quarto lugar na lista de países com mais participantes nos eventos em Roma, com 4,7%. As três primeiras posições são ocupadas por Itália (36%), Estados Unidos (12%) e Espanha (6%). O próximo jubileu ocorrerá de forma extraordinária em 2033, ano em que serão celebrados os 2.000 anos da morte de nosso Senhor Jesus Cristo. Com informações do Vaticano e da Folha de S. Paulo.

Eventos, Maria, Missas, Notícias

Comunidade celebra a Festa da Padroeira com devoção e alegria

Com grande alegria e muita devoção a comunidade de Nossa Senhora de Lourdes da Água Rasa, em São Paulo, se prepara para festejar o dia a padroeira, a ser celebrado no próximo dia 11 de fevereiro.  Conheça a história de Nossa Senhora de Lourdes clicando aqui Nos 9 dias que antecedem a grande festa, será realizada uma novena com missas diárias a partir do dia 2 de fevereiro (confira a programação abaixo).  A cada dia da novena, a celebração terá uma bênção específica, como a bênção das famílias e a benção das velas.  Alimente o corpo e a Alma E aos que estão preocupados sobre como farão com a janta, tudo foi pensado.  Voluntários da comunidade já se organizam para oferecer lanches após cada missa. “Como as pessoas reservam momentos para participar de nossas celebrações, viabilizamos uma maneira de todos se alimentarem e, com isso, não precisam se preocupar com a janta”, explica Gabriel Donizetti, coordenador de eventos da paróquia. A cada dia diferentes opções serão oferecidas como lanches, tortas e etc. E no dia da padroeira, serão vendidas as tradicionais e deliciosas fogazzas cuidadosamente preparadas por nossos voluntários. Toda a arrecadação com a venda dos alimentos e bebidas será direcionada às obras de revitalização e reparo da igreja.

Campanhas, CNBB

CF 2026 focará na moradia digna

Como acontece todo ano, na quaresma de 2026 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoverá  a Campanha da Fraternidade (CF) que, em 2026, terá como tema “Fraternidade e Moradia” e o lema bíblico “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), A iniciativa buscará despertar a consciência sobre o direito à moradia digna como expressão concreta da fé cristã. O assessor do Setor de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul Hansen, explicou que a escolha do tema foi motivada por um pedido da Pastoral da Moradia e Favela e acolhida pelo Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep). O lema, segundo ele, ilumina teologicamente o debate, a partir do mistério da encarnação. “Deus veio morar entre nós, e isso fundamenta a dimensão social da nossa fé. A Campanha da Fraternidade nos convida a construir aqui, entre nós, sinais do Reino de Deus, promovendo dignidade, especialmente nas realidades onde ela é negada”, afirmou. O cartaz A imagem escolhida para representar visualmente a Campanha foi desenvolvida pela Assessoria de Comunicação da CNBB e traz elementos simbólicos que provocam reflexão. No centro, destaca-se a escultura “Cristo sem-teto”, criada por um artista católico canadense em 2012, Timothy Schmalz, após a experiência de ver um homem em situação de rua dormindo em um banco de parque, em Toronto. A escultura, que tem replicas em várias cidades do mundo – inclusive no Brasil – mostra um homem coberto por um cobertor, com o rosto e as mãos escondidos, mas com os pés feridos, revelando ser Jesus. Há um espaço vazio no banco, convidando quem vê a se aproximar.

Sacramentos

O sacramento da reconciliação

O sacramento da Confissão, também chamado de Penitência ou Reconciliação, ocupa um lugar central na vida espiritual da Igreja Católica. Por meio dele, o fiel reconhece humildemente seus pecados diante de Deus e recebe, por intermédio do sacerdote, o perdão e a graça da reconciliação. Fundamentado nas palavras de Jesus aos apóstolos — “A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados” — esse sacramento expressa a misericórdia divina que nunca se cansa de acolher o pecador arrependido. A Confissão não é apenas um ato de acusação de faltas, mas um encontro pessoal com Cristo, médico das almas. Exige exame de consciência, arrependimento sincero, propósito de mudança e cumprimento da penitência. Ao absolver, o sacerdote age em nome de Cristo e da Igreja, restaurando a comunhão rompida pelo pecado. Assim, a Confissão fortalece a fé, renova o coração e conduz o cristão a uma vida mais justa, fraterna e fiel ao Evangelho. Passos para uma boa confissão Pode-se dizer que são 4 as etapas necessárias. Primeiro, a pessoa deve colocar-se em oração, pedir a Deus a graça de uma sincera contrição; depois, fazer um bom exame de consciência ao rezar, lembrar como foi a caminhada da última confissão até o presente; em seguida, buscar o sacerdote e confessar. Por fim, depois da confissão, cumprir a penitência. Abaixo um guia para te ajudar no momento da confissão: 1. Preparação (Antes de ir) 2. A Confissão (junto do sacerdote) 3. Pós-Confissão Exemplo de “Ato de contrição” Senhor meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Criador e Redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque vos amo e estimo: pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, vos ter ofendido e merecido o Inferno. E proponho firmemente, ajudado com os auxílios de vossa divina graça, emendar-me e nunca mais vos tornar a ofender.E espero alcançar o perdão de minhas culpas, pela vossa infinita misericórdia. Amém. A confissão em nossa paróquia Se você tem interesse em se confessar na paróquia Nossa Senhora de Lourdes, entre em contato com a secretaria pelo telefone: (11) 3384.5074 ou pelo e-mail secretaria@senhoradelourdes.org.br e agende um horário.

Eventos, Notícias, Sacramentos

Horários de Missas

Confira abaixo os horários de missas na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes Domingos: 8h, 10h e 18h Segundas: 15h Sextas: 8h Sábados: 16h na Capela do Colégio Nossa Senhora de Lourdes (Av. Regente Feijó, 390) Louvor Perpétuo Mensalmente, todo dia 11, celebramos em nossa comunidade o louvor perpétuo a Nossa Senhora de Lourdes. A programação especial para este dia você confere abaixo: 9h30: Bênção da Água no claustro 10h: Bênção dos Enfermos 15h: Missa 20h: Missa* (Se for sábado ou domingo esta missa é realizada às 18h)

Não categorizado

Exéquias: quando a fé transforma o adeus em esperança

As exéquias são o rito com que a Igreja se despede de seus filhos e filhas, unindo oração, fé e esperança. Mais do que um momento de dor, elas proclamam a crença na ressurreição e oferecem consolo aos que ficam. Ao rezar pelo falecido e acolher a família, a comunidade reafirma que a morte não é o fim, mas passagem para a vida plena junto de Deus. Exéquias é o termo utilizado para designar o conjunto de cerimônias fúnebres realizadas em homenagem a uma pessoa falecida. Embora o termo possa ser usado de forma geral para qualquer rito funerário, ele é mais comumente associado às tradições religiosas, especialmente na Igreja Católica. Os Objetivos das Exéquias Nas tradições cristãs, as exéquias não servem apenas como uma despedida, mas possuem propósitos espirituais específicos: As Etapas Comuns (Rito Católico) O ritual das exéquias geralmente se divide em três momentos principais:  * A Vigília (Velório): Momento de oração e recepção da comunidade junto à família.  * A Liturgia das Exéquias: Geralmente celebrada na igreja ou na capela do cemitério. Pode incluir uma missa (Missa de Corpo Presente) ou apenas uma celebração da Palavra com leituras bíblicas e orações.  * A Última Encomendação e Despedida: O momento final no local do sepultamento ou cremação, onde se entrega o falecido aos cuidados de Deus. Importante: As exéquias são diferentes da “Missa de Sétimo Dia”. Enquanto as exéquias ocorrem durante o funeral (com o corpo presente), a missa de sétimo dia é um rito de memória realizado uma semana após o falecimento. As exéquias em nossa paróquia A Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, você pode solicitar a inclusão do nome de um ente querido nas intenções da santa missa. Para isso, deve se dirigir até o expediente da paróquia ou ligar para (11) 3384.5074 até meia hora antes de cada celebração. (Clique aqui para ver os horários das missas) Se algum amigo ou familiar fez sua passagem e você gostaria da presença e oração de um padre ou algum ministro das exéquias, entre em contato com o expediente pelo mesmo número: (11) 3384.5074.

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