Foi fechada, nesta terça-feira (06) a Porta Santa, encerrando, assim, o Jubileu 2025. Evento excepcional por natureza, por acontecer a cada 25 anos, este Jubileu foi ainda mais incomum devido à troca de papas. Aberto por Francisco em dezembro de 2024, o Ano Santo foi encerrado na Basílica de São Pedro por Leão 14.
“A Porta Santa desta Basílica que, por último, hoje foi fechada, recebeu o fluxo de inúmeros homens e mulheres, peregrinos de esperança, a caminho da Cidade cujas portas estão sempre abertas, a nova Jerusalém. Quem foram eles e o que os motivava? No final do Ano Jubilar, questiona-nos com particular seriedade a busca espiritual dos nossos contemporâneos, muito mais rica do que talvez possamos compreender. Milhões deles atravessaram a soleira da Igreja. E o que encontraram? Que corações, que atenção, que acolhimento?”
Celebrado desde 1300, o jubileu tinha sido aberto e fechado por papas diferentes pela última vez em 1700, após a morte de Inocêncio 12.
“Queridos irmãos e irmãs, é bom sermos peregrinos de esperança. E é bom continuar a sê-lo, juntos!”: foram palavras do Santo Padre na solenidade da Epifania do Senhor,nesta terça-feira.
O jubileu de 2025 foi um evento bem-sucedido do ponto de vista da participação e da organização. Segundo o Vaticano, foram 33,4 milhões de pelegrinos que passaram por Roma ao longo do ano, 8 milhões a mais do que no anterior, em 2000, com João Paulo 2o.

O Brasil aparece em quarto lugar na lista de países com mais participantes nos eventos em Roma, com 4,7%. As três primeiras posições são ocupadas por Itália (36%), Estados Unidos (12%) e Espanha (6%).
O próximo jubileu ocorrerá de forma extraordinária em 2033, ano em que serão celebrados os 2.000 anos da morte de nosso Senhor Jesus Cristo.
Com informações do Vaticano e da Folha de S. Paulo.





