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Confira aqui as últimas notícias de nossa comunidade e do universo católico.
Regina Caeli: o canto da alegria pascal
Durante o tempo da Páscoa, a Igreja Católica vive intensamente a alegria da Ressurreição do Senhor. Esse período, que se estende do Domingo de Páscoa até Pentecostes, é marcado por sinais concretos de júbilo e esperança. Entre eles está a substituição da oração do Angelus pela oração do Regina Caeli.
Via Lucis: o Caminho da Luz que brota da Ressurreição
A Via Lucis, ou “Caminho da Luz”, é uma devoção da Igreja Católica que convida os fiéis a contemplarem os acontecimentos que se seguem à Ressurreição do Senhor. Se a Via Crucis percorre o caminho da cruz e do sofrimento de Cristo, a Via Lucis conduz a comunidade ao encontro da alegria pascal, iluminada pela vitória da vida sobre a morte.
Ele vive: a luz que vence toda escuridão
O Domingo de Páscoa é o coração da fé cristã. Depois do silêncio do sepulcro, a Igreja proclama com alegria: Cristo ressuscitou! O Evangelho (cf. Jo 20,1-9) apresenta o túmulo vazio e o testemunho daqueles que, ao amanhecer, encontram os sinais da vitória da vida sobre a morte. Não se trata de uma ideia ou lembrança, mas de um acontecimento real que transforma a história.
Cristo verdadeiramente ressuscitou!!!
Queridos amigos da Igreja Nossa Senhora de Lourdes, na querida Água Rasa, Neste tempo tão luminoso da Páscoa, desejo chegar até vocês com uma palavra
O grande silêncio: esperar contra toda esperança
O Sábado Santo é o dia do silêncio. Após a morte de Jesus, a Igreja permanece em recolhimento, junto ao sepulcro. Não há celebração da Eucaristia; o altar está desnudado, como sinal de luto e espera. É um dia marcado pela aparente ausência, pela experiência do vazio e da suspensão.
A Cruz gloriosa: o amor levado até o fim
A Sexta-feira Santa é o dia do silêncio, do recolhimento e da contemplação. A Igreja não celebra a Eucaristia; reúne-se para meditar a Paixão do Senhor (cf. Jo 18–19), venerar a Cruz e comungar do pão consagrado na véspera. A sobriedade da liturgia nos introduz no mistério mais profundo da fé: Cristo entrega a vida por amor.
Por que a Missa da Quinta-feira Santa não termina com bênção final?
Na Missa da Quinta-feira Santa — a celebração da Ceia do Senhor — causa estranhamento a ausência da bênção final. No entanto, esse detalhe não é uma omissão, mas um sinal eloquente de unidade e continuidade.
Eucaristia e Serviço: o amor que se faz entrega
A Quinta-feira Santa nos introduz no coração do mistério pascal. Na celebração da Ceia do Senhor a Igreja recorda a instituição da Eucaristia, do sacerdócio ministerial e o mandamento novo do amor. É a noite em que Jesus, sabendo que chegara a sua hora, reúne os discípulos e transforma uma ceia em memorial eterno.
O silêncio que negocia: quando o coração se afasta
A Quarta-feira Santa recorda a decisão de Judas de entregar Jesus por trinta moedas de prata (cf. Mt 26,14-25). É o dia em que a traição deixa de ser apenas intenção e se torna acordo. O Evangelho nos apresenta um gesto silencioso e calculado: aproximar-se dos sumos sacerdotes e perguntar: “Quanto me dareis?”.
Entre a negação e a entrega: quando a fraqueza encontra misericórdia
A Terça-feira Santa nos coloca diante de um dos momentos mais densos do Evangelho (cf. Jo 13,21-33.36-38). Durante a última ceia, Jesus anuncia que será traído e revela que também Pedro o negará. O clima é de intimidade ferida: à mesa do amor, insinua-se a sombra da infidelidade.
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